Mãe informada. Namorado informado. Avós informados. É quase oficial. Abraço com satisfação a minha ida para o desemprego a partir de meio de Março. Até lá, é aguentar mais um bocadinho.
A lista dos contras ficou demasiado cheio depois destas semanas super cansativas. A gota de água deu-se no dia de hoje, depois de receber sermões completamente despropositados (do género "os meus problemas são piores que os teus!") quando pedi para tirar um dia para estudar para os exames. É que sou estagiária para algumas coisas (para receber menos, para não tirar férias..) mas depois quanto ao trabalho em si tratam-me como efectiva. Pois bem, não o sou e com tudo o que tive para ouvir nestas últimas semanas, não o pretendo ser. É que já nem a história de ser uma empresa estável me convence a ficar. Vou deixar passar os exames (terminam para a semana) e depois anuncio a "boa nova" aos meus chefes. A partir daí é preocupar-me com a tese (a minha prioridade) e em conseguir arranjar trabalho para setembro (mês em que se iniciam muitos trabalhos na minha área).
Sei que tenho que aprender a lidar com pessoas "diferentes" e difíceis na minha vida profissional, mas realmente não me sinto em condições de o fazer neste momento. Quando não tiver estudos com que me preocupar poderá ser mais fácil, com menos pressão, mas o que é certo é que não me posso apenas desculpar com isto. Mas por agora não consigo.

